Rosa, a púrpura guerreira

Aqui descansa a guerreira. A pele em chamas. O sangue rubro. Em carne viva.
Tudo o mais é folclore.

da ilusão


Esta busca desenfreada de uma certa cumplicidade, de confiança, destas coisas a que se convencionou chamar amor e que se procuram nas camas mais indistintas, impessoais e improváveis, mais não é do que a desesperada vontade de termos quem testemunhe a nossa própria vida.
Se foder muito e com muitos estarei a iludir-me, certamente, mas quase consigo acreditar nesta mentira que é eu ter estado viva enquanto me vim.
 


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